O QUE É O LIMPA BRASIL!


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente!

A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. E incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar lixo fora do lixo.

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Sacolinhas podem estar com os dias contados na Europa

Consulta pública lançada pelo braço executivo da União Europeia vai decidir como reduzir o consumo das sacolas plásticas

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), lançou no dia 18 de maio uma ampla campanha pública para que a população dos Estados associados decida, até o mês de agosto, qual será o método utilizado para reduzir o consumo de sacolas plásticas. Há duas opções: proibir sua utilização em lojas ou exigir uma taxa cada vez que seu uso se faça necessário.

Em média, cada europeu utiliza 500 sacolas plásticas de supermercado por ano. De acordo com a Comissão Europeia, foram produzidas 3,4 milhões de toneladas de sacolas plásticas em 2008, o que equivale ao peso de dois milhões de carros.

O destino das sacolinhas é quase sempre o mar. Aproximadamente 250 bilhões de pedaços de plástico, com o peso global de 500 toneladas, poluem o Mediterrâneo. Quem sofre com isso são os animais marinhos, que se sufocam ou ingerem plástico pensando que é comida, e os homens, que se alimentam de frutos do mar e vêem a biodiversidade marinha decair.

Boas perspectivas
Apesar dos números alarmantes, a Comissão Europeia vê uma atitude de mudança na sociedade e, além da campanha pública, incentivará projetos que desenvolvam plásticos e outros materiais biodegradáveis.

Fonte: Ecycle

Um oceano de sacolinhas

Pesquisas mostram que a contaminação por plástico nos mares é intensa e muito perigosa

Os oceanos ocupam 70% da superfície da Terra, mas até hoje se sabe muito pouco sobre a vida marinha em suas regiões mais remotas. Especialistas mostram que há ainda dois milhões de espécies desconhecidas nas profundezas dos mares. Porém, infelizmente, as notícias reveladas pelas pesquisas científicas não mostram a descoberta de novos seres ou fronteiras marinhas, mas assustadores índices de agressão causados ao oceano pela ação humana.

Atualmente, o homem produz mais de 250 milhões de toneladas de plástico ao ano. Boa parte dessa produção não é descartada de maneira correta. Estudos apontam que sete milhões de toneladas acabam terminando, de alguma forma, no oceano.

Pellets

O perigo do lixo vai além da estética das praias, uma das principais ameaças é bem pequena e chama-se pellet. São bolinhas de meio centímetro de diâmetro, usadas como matéria prima na indústria. Esses resíduos de plástico têm uma enorme capacidade de absorverem poluição.

Apenas uma unidade apresenta concentração de poluentes até um milhão de vezes maior que a da água onde se encontra, envenenando os cardumes que a ingerem. Um estudo feito em 2011 por pesquisadores da Universidade de São Paulo mostrou que em Santos, no litoral paulista, cada meio metro cúbico de areia da praia contém até 20 mil pellets.

O plástico vira comida

Os mais afetados com a poluição de plásticos nos mares são os animais. Calcula-se que 267 espécies, principalmente pássaros e mamíferos marinhos, engulam resíduos plásticos. Há seis anos, uma baleia Minke foi encontrada morta, no norte da França, com 800 quilos de sacolas plásticas no estômago.

Pesquisas feitas em Salvador, no Estado da Bahia, revelaram que 22% dos peixes capturados continham micropartículas de plástico no estômago. Os pellets são a matéria-prima de diversos tipos de produtos, como garrafas, canetas e computadores.

Quando o plástico se quebra, os pellets lembram muito a forma e textura dos alimentos naturais do peixe. Isso leva a uma contaminação generalizada por causa das cadeias alimentares.

Alguns compostos químicos como o PCB (bifenil policlorados) e pesticidas (DDT) não se dissolvem na água, mas são absorvidos pelo plástico. Assim, os peixes acabam ingerindo essas minúsculas partículas plásticas. Cientistas da Fundação de Pesquisa Marinha Algalita (Algalita Marine Research Foundation), afirmam que os tecidos dos peixes contaminados contêm alguns dos mesmos componentes do plástico. A hipótese dos cientistas é que as substâncias tóxicas infiltram-se no tecido do peixe por meio da alimentação.

Os pesquisadores afirmam que quando um predador – um peixe maior ou uma pessoa – come o peixe que come o plástico, esse predador pode estar transferindo toxinas a seus próprios tecidos, e com concentrações maiores, já que toxinas de múltiplas fontes alimentares podem se acumular no corpo.

Ainda não se sabe dizer o efeito do pellet no ambiente marinho, nem na alimentação do peixe, muito menos na do homem, mas conhecendo alguns efeitos cumulativos graves dentro de cadeias alimentares, sabemos que o assunto pode ser grave.

Além do fator bioacumulativo, os animais que comem o plástico ainda contribuem para que ele seja reduzido a partículas menores e, portanto, mais solúveis e fáceis de serem incorporaradas ao sistema marinho.

Para você descobrir qual é o ponto de reciclagem de plástico mais próximo de você entre em nossa seção Postos de Reciclagem.

Com agência de notícias e Global Garbage

Fonte: Ecycle

 

 

 

 

 

 

‘Ilha de lixo’ deixada pelo tsunami no Japão se aproxima da costa do Havaí

Cientistas acreditam que até 20 bilhões de toneladas de destroços podem chegar às ilhas

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Itsuo Inouye/13.03.2011/AP

Destroços das casas e ruas japonesas atingidas pelo tsunami são levados pela correnteza ao lado de um navio cargueiro incendiado nos dias seguintes ao tsunami de março, próximo à Prefeitura de Miyagi, no nordeste do Japão. Segundo cientistas americanos, uma ‘ilha de lixo’ deixada pelo tsunami está se aproximando da costa do Havaí, mais de seis meses depois da tragédia

A descoberta de um barco de pesca e restos de outros objetos no oceano Pacífico revelou que os destroços deixados pelo devastador tsunami que atingiu o Japão em março deste ano estão se dirigindo para o leste mais rápido do que se era esperado, afirmam especialistas americanos.

O terremoto seguido de tsunami gerou algo entre cinco e 20 milhões de toneladas de resíduos na costa japonesa em 11 de março, e pesquisadores do Havaí desenvolveram modelos computadorizados para prever seu movimento e onde e quando poderão atingir a terra-firme.

Inicialmente, os especialistas disseram que os primeiros destroços seriam reencontrados na primavera do hemisfério norte, mais especificamente nas ilhas Midway, 2.100 km a noroeste de Honolulu, no Havaí.

No entanto, seus cálculos foram revisados depois que um barco russo que viajava para o extremo Oriente russo no mês passado avistou uma ‘ilha de lixo’ carregada de escombros do tsunami no Pacífico norte-ocidental. A descoberta incluiu até um barco de seis metros de comprimento vindo de Fukushima, uma das regiões mais danificadas pelo tsunami.

“A primeira zona povoada a ser afetada pelos escombros é o atol de Midway”, afirmou Jan Hafner, do Centro Internacional de Pesquisas do Pacífico da Universidade do Havaí.

Dias depois, prosseguiram os avistamentos de tábuas de madeira, garrafas de água, boias de redes de pesca, um objeto parecido com uma pia, botas e outros dejetos.

A catástrofe do terremoto seguido do tsunami deixou mais de 20 mil mortos ou desaparecidos e ocasionou danos diretos avaliados em junho pelo governo em o equivalente a R$ 372 bilhões.

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Pesquisadores russos retiram uma canoa de seis metros de comprimento encontrada no meio do oceano Pacífico. Segundo os cientistas, o barco de pesca faz parte de uma gigantesca ‘ilha de lixo’ deixada pelo tsunami de março, no Japão, que está se aproximando do Havaí mais rápido do que se calculava e que carrega até 20 milhões de toneladas em escombros (Nadezhda Prozherina/22.09.2011/AFP Photo)

Copyright AFP – Todos os direitos de reprodução e representação reservados

Fonte: R7

Lixo físico, moral e espiritual

Chamamos de lixo aquilo que não nos serve mais, que perdeu sua função inicial e, por esse motivo, é descartado. Muitas vezes, mesmo com a quantidade de informação disponível a respeito dos riscos causados por esta atitude, descartamos resíduos de maneira inconsequente, sem pensar na possibilidade de reutilizá-los ou reciclá-los. O impacto ambiental seria reduzido drasticamente se o destino correto dos resíduos fosse uma preocupação de todos, impedindo a contaminação do solo e dos reservatórios de água pelo acúmulo inadequado e excessivo deles e diminuindo a extração de recursos naturais, a partir da transformação do lixo em matéria-prima.

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A questão do lixo no Brasil: produção, riscos e soluções

Da equipe Atitude Brasil

O conceito de lixo foi desenvolvido ao longo de séculos de atividade humana intensa. Com a industrialização e a consolidação do modo de vida urbano, a produção de materiais que conhecemos como tal aumentou a uma escala impressionante. Atualmente, o descaso com o destino deles é muito intenso e oferece riscos de toda sorte. Por esse motivo, desenvolveu-se a preocupação com a reutilização do resíduo sólido e a percepção de que aquilo que outrora foi considerado lixo pode e deve ser visto como matéria-prima.

Com a quantidade de alternativas que existem hoje para o descarte dos resíduos sólidos, e com o conhecimento que se tem sobre os riscos que a má gestão desses materiais pode oferecer, é preocupante pensar na quantidade de brasileiros que ainda produz e descarta lixo sem pensar nas consequências. Jogar lixo no espaço público e na natureza ainda é um costume de grande parte da população brasileira. E essa atitude é prejudicial para os próprios cidadãos, que sofrem com a sujeira nas grandes cidades, doenças e animais nocivos que se proliferam no lixo e com a poluição dos reservatórios de água superficiais e subterrâneos.

No segundo semestre de 2010, a seca no Rio Negro foi tema de inúmeras reportagens. Com o nível de água mais baixo já registrado, o leito do rio exibiu uma quantidade enorme de resíduos acumulados. O poder de contaminação da água por esses materiais é muito grande, e os custos para reverter esse processo também. Da mesma forma, lixões e depósitos ilegais de lixo oferecem risco de poluição de lençóis freáticos, que são importantes reservatórios de água doce. Por isso, o movimento internacional Let’s do it! foi trazido para o Brasil, e permanecerá aqui por 10 anos, realizando ações de conscientização e mobilização social, a fim de incentivar a mudança de atitude em relação ao lixo e de influenciar a criação de um novo pensamento sustentável na sociedade brasileira, que leve as pessoas a recusarem a produção desnecessária de resíduos e o descarte negligente.

O Limpa Brasil Let’s do it! é uma iniciativa que requer envolvimento de todos os setores da sociedade: governos, instituições públicas, privadas e do terceiro setor e os cidadãos são fundamentais para o sucesso da proposta, pois é necessário reverter um intenso processo cultural de descaso e degradação ambiental, existente há séculos. A partir de junho de 2011, 14 cidades brasileiras com mais de um milhão de habitantes terão suas populações mobilizadas para a limpeza do espaço público. Através de mutirões de limpeza e de ações comunicativas e educativas integradas, o movimento Limpa Brasil Let’s do it! pretende estimular a criação de uma nova cultura comportamental com relação ao lixo. É uma ação concreta em nome da melhora na qualidade de vida e do verdadeiro crescimento sustentável de nosso país.

Coreanos criam um sistema que limpa a água deixando-a pura para o consumo

Preocupados com a falta de água potável no planeta, os designers coreanos Woo-sik Kim e Duck Soo Choi desenvolveram a “Happy Basin” (bacia feliz – em tradução livre) para promover a purificação instantânea de água. A inveção trata-se de um sistema pessoal para filtração de água para pessoas que moram em ambientes remotos.

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O rio mais poluído do mundo

Outrora, o rio Citarum, na Indonésia, foi um rio cristalino que servia de sustento a muitas famílias. Outrora, muitos pescadores lançavam as suas redes em busca de peixe, aves marítimas vinham aqui para se alimentarem com a abundância de peixe. Hoje só se pode ver uma abundância de lixo. Hoje em dia, o rio está em crise, alimentado pela poluição de 9 milhões de pessoas e de centenas de fábricas que se instalaram junto ao curso do rio. Nos nossos dias nem se reconhece que ali está um rio, devido à enorme quantidade de lixo que bóia pela superfície da água. Mais parece um aterro sanitário.

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Os podres do nosso lixo

Os sacos que amanheceram boiando no Rio Tietê na última terça-feira (11) eram o lembrete de algo que a cidade não pode varrer para debaixo do tapete. Naquela manhã, os paulistanos viviam a ressaca dos estragos causados por quatro horas de forte chuva na noite anterior. Em questão de minutos, a capital tornou-se intransitável, com 125 alagamentos registrados. Entre os pontos submersos, estavam trechos das marginais Pinheiros e Tietê, onde a água trazia de volta a sujeira descartada nos rios e córregos que ali desembocam. À medida que a água baixava e a imundície secava em calçadas e canteiros, uma coisa ficava mais do que evidente: a íntima relação entre a maneira como tratamos nosso lixo e o caos que se repete após as chuvas.

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Mudanças climáticas deixam alerta no planeta: falta d’água e de comida

Mais quente, mais propenso a desastres naturais e com menos comida. É o planeta Terra em um futuro cada vez mais próximo. Mesmo em países onde o clima é favorável à agricultura, os efeitos do aquecimento global são sentidos pelos produtores. Os recursos naturais estão diminuindo, e a explosão da população mundial indica que o problema pode se agravar nas próximas décadas.

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Assoreados, Tietê e Pinheiros transbordam

Os Rios Tietê e Pinheiros acumulam atualmente pelo menos 4,2 milhões de metros cúbicos de sedimentos, argila, areia e entulho, volume que corresponde a 350 mil caçambas de caminhão. O assoreamento dos dois principais rios da Bacia do Alto Tietê, que dificulta a vazão e reverte os efeitos das obras de aprofundamento das calhas do Tietê iniciada em 1998, foi uma das causas das enchentes ocorridas ontem em São Paulo.

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