O QUE É O LIMPA BRASIL!


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente!

A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. E incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar lixo fora do lixo.

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Protagonista de ‘Lixo Extraordinário’ dá palestra em Harvard

Tião Santos, que ficou conhecido nacional e internacionalmente por protagonizar o documentário ‘Lixo Extraordinário’ do artista plástico Vik Muniz, foi aos Estados Unidos apresentar uma palestra para a renomada universidade de Harvard, sobre a importância da reciclagem e realidade dos catadores no Brasil.

Tião é também Coordenador de Logística do movimento Limpa Brasil Let’s do it!, atuando na área da retirada dos resíduos coletados em contato com as cooperativas de catadores de materiais recicláveis em cada cidade.

Confira a seguir a notícia do Portal Terra Cinema:


 

Um ano após inaugurar seu black-tie no tapete vermelho do Oscar, em Los Angeles, quando representou, ao lado do artista brasileiro Vik Muniz, o documentário Lixo Extraordinário, Tião Santos deixa mais uma vez o Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, rumo aos Estados Unidos. Desta vez com uma missão não menos nobre: dar uma palestra na renomada Universidade de Harvard – onde estudou, apenas para dar um único exemplo, o atual presidente norte-americano, Barack Obama.

“Cara, eu não vivo muito de ansiedade, não. Sou muito controlado nessas questões, mas se eu disser que faltando cinco minutos não vai me dar um frio na barriga, é porque alguma coisa estará errada, né? Mas eu fico imaginando, me preparei bem”, afirmou o presidente da Associação de Catadores do Aterro Metropolitano do Aterro do Jardim Gramacho (ACAMJG), figura central do documentário que concorreu ao Oscar do ano passado e que embarca nesta noite para o Estados Unidos. A palestra ocorre na próxima quinta-feira.

Na universidade norte-americana, Tião é o convidado principal do David Rockfeller Center for Latin American Studies, ou o centro de estudos da América Latina de Havard, para acompanhar a exibição do filme e, depois, como ele próprio define, “aproveitar uma oportunidade ímpar para falar para uma grande quantidade de pessoas que são formadoras de opinião, para mostrar que existe um mundo aqui fora, muito diferente da realidade deles lá”.

“A sustentabilidade hoje é um dos pilares. É o momento de construir isso de um ângulo mais prático. Claro que agir localmente é importante, mas precisamos ter ações globais mais amplas”, completa Tião, que não pretende seguir nenhum tipo de linha acadêmica em sua apresentação. “Prefiro sempre fazer um bate-papo. Claro que eu tenho números na mão, um planejamento, mas eu sempre gosto de perceber quem está ali, porque cada local é diferente de outro”, diz ele, que também já discursou em Yale, também nos EUA.

Nada mal para quem há dois anos brigava ferozmente para ver reconhecida sua associação de catadores de material reciclável, como ele gosta de dizer sempre, e não de lixo. “Às vezes eu paro para pensar e fico meio que tonto. Caraca, como a minha a vida deu um salto! Eu procuro valorizar muito o que aconteceu na minha vida e as pessoas que me ajudaram, como o Vik. As pessoas que acreditaram em mim como liderança e na sinceridade no que estava fazendo. E numa universidade super respeitada no mundo inteiro um cara vai lá, sem faculdade, palestrar, só consigo ser muito grato a todos. A sorte só vem a quem trabalha”, afirma.

Além de mostrar o sucesso de sua iniciativa, Tião quer usar também o exemplo de repercussão junto às autoridades na implementação de políticas públicas mais voltadas à sustentabilidade e apoio aos catadores de produtos recicláveis.

“O governo sentiu um pouco a pressão, as pessoas começaram a se perguntar mais. Gramacho vai ser um grande piloto para se pensar em políticas públicas para o fechamento de outros lixões. Não é tudo o que a gente quer, mas estamos avançando”, explica sobre o fechamento do maior aterro sanitário da América Latina, previsto para abril deste ano, cujos catadores estão sendo cadastrados para capacitação com vistas a novas oportunidades de trabalho.

“A reciclagem ainda está muito ligada à pobreza e à exclusão social. Ela pode e deve ser de forma mais humana. Hoje os catadores estão todos na rua, em lixões, colocando a saúde em risco, tudo porque o Brasil não tem um sistema de coleta seletiva. O Brasil perde US$ 8 bilhões por não reciclar. Temos 1,2 milhão de catadores sem tecnologia de inclusão. Há muito ainda o que ser feito, pretendo mostrar tudo isso lá”, completa.

ANDRÉ NADDEO

Direto do Rio de Janeiro

FONTE: TERRA

Estudo mostra baixos índices de reciclagem de metais – Vipal Instituto Social

Metais raros e essenciais para a tecnologia verde são mais desperdiçados do que se imagina. Os celulares, por exemplo, concentram estes metais, porém a frequência com que são reciclados ainda está abaixo do ideal, segundo relatório da ONU.

Segundo uma reportagem da “New Scientist”, um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente mostrou que muitos dos metais fundamentais para a tecnologia verde estão em gadgets, que são jogados fora ou esquecidos “trancados numa gaveta”.

Foram 60 metais examinados pelo estudo. Mundialmente, 34 dos metais têm taxas de reciclagem de 1% e 18 são mais de 50% reciclados. Na classificação dos menos reciclados estão o telúrio, o gálio e o lítio, os dois primeiros são usados em celulares que utilizam a energia solar. Já o lítio, é normalmente encontrado em baterias, como as de celular, por exemplo.

Estes metais ainda não são muito reciclados, porém essa medida será imprescindível, segundo o relatório. É muito mais simples e sustentável reciclar estes objetos que já estão em uso e assim economizar energia e recorrer menos à mineração. O autor do estudo, Thomas Graedel, da Universidade de Yale, afirma que “muitos metais podem ser usados e reutilizados”.

Segundo o jornal O Globo, existem duas razões principais para que esse tipo de reciclagem ainda seja pouco praticada. Primeiro porque a produção dos dispositivos eletrônicos não visa a reciclagem, sendo poucos os fabricantes que percebem esta possibilidade. Outro motivo apontado é o fato de que muitas pessoas ficam com seus aparelhos por anos a fio. Esta última torna-se menos provável à medida que a troca de celular é cada vez maior e em um curto prazo de tempo.

O problema não está somente na pouca reciclagem destes materiais, mas também na falta de preocupação com as tecnologias verdes em geral. É claro que coletar mais metais para reciclagem é muito importante para começar a resolver este problema. No entanto, Graedel lembra a importância de atualizarmos nossa tecnologia de reciclagem. Isto porque cerca de 70% dos metais que teriam como destino a reciclagem se perdem no meio do processo.

A maior parte dos componentes de um computador, por exemplo, são recicláveis, mas falta tecnologia suficiente para que ocorra este reaproveitamento. Segundo a Associação de Recicladores de Lixo Eletroeletrônicos, países como Alemanha, Estados Unidos e Índia, reutilizam até os metais dos chips. A Associação é uma ONG ambiental com sede em Londrina, Paraná, que faz a destinação correta do lixo eletrônico.

Outra ONG que atua neste setor é a PC Vida, em Petrópolis, Rio de Janeiro. Esta organização também faz a coleta e destina os materiais eletroeletrônicos para os locais devidos, ou seja, ainda não há no Brasil uma indústria de reciclagem do lixo eletrônico. O que ocorre são algumas iniciativas e ações locais, que significam uma ajuda, mas oferecem poucas chances de expansão neste tipo de trabalho.

Artigo publicado originalmente em Vipal Instituto Social, com informações de O Globo e Inovação Tecnologia.

Laboratório da USP busca soluções para o lixo eletrônico – Governo do Estado de São Paulo

O que fazer com o produto eletrônico que não é mais útil? Respostas à indagação poderão vir de pesquisas feitas no Laboratório de Sustentabilidade em Tecnologia da Informação e Comunicação (Lassu) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Entre as tarefas do Lassu estão investigar soluções e tecnologias para o tratamento e reciclagem de eletroeletrônico e formar pessoas capazes de lidar com essas questões, explica a diretora, Tereza Cristina Carvalho.

“Aqui serão feitas pesquisas para identificar critérios e técnicas que possam dar condições de o produto completar o seu ciclo de vida”, afirma o diretor da Poli, José Roberto Cardoso. “Continuaremos a fazer tudo o que o engenho humano possa produzir, mas com a preocupação de dar conta de fechar o ciclo de tudo o que criamos”, destaca o chefe de departamento de Engenharia e Sistemas Digitais, José Sidnei Martini.

O Lassu está aberto a pesquisadores e parcerias com organizações públicas e privadas que queiram tratar da questão, salienta a diretora. A área de extensão e cultura está com vagas abertas para o curso MBA em Sustentabilidade em Tecnologia da Informação e Comunicação, que trata das novas tendências em TIC e gestão para um mundo mais sustentável. Com 40 vagas, a primeira turma começará em agosto.

Entre as possibilidades de pesquisas a ser desenvolvidas, relacionadas pela diretora, está a avaliação do ciclo de vida dos equipamentos para saber até que ponto é possível aumentá-lo, ou criar computador “mais reciclável”. O uso racional de recursos abre a possibilidade de desenvolver Data Centeres “verdes” (econômicos e sustentáveis) e equipamentos com ecodesign, ou seja, feitos com materiais e tecnologias mais adequadas à reciclagem. Está em desenvolvimento pesquisa sobre uso eficiente de energia em sistemas de tecnologia da informação, como no caso de equipamentos de redes e comunicação de dados, cujos gastos costumam ser elevados. Tal projeto está sendo desenvolvido em parceria com um centro industrial de pesquisa internacional.

Outras questões importantes para o Lassu, destaca Tereza Cristina, são a aplicação de tecnologia de informação em questões ambientais para tornar possível o retorno da matéria-prima à cadeia produtiva e o incentivo às empresas para criar projetos sustentáveis. Na área social, desenvolvem-se dois projetos: treinamento de catadores no manuseio e negociação de lixo eletrônico e formação de jovens em microinformática e na reciclagem de lixo eletrônico.

Até 2012, serão capacitados 180 catadores, em parceria com o Instituto GEA e financiado pelo Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, para tratar o lixo eletrônico e fazer a sua destinação correta. A capacitação começou em abril e a cada mês é formada nova turma de 10 catadores. Já o programa de treinamento de jovens (com idade entre 17 e 20 anos) de baixa renda, o Paideia, ajuda na inserção do jovem no mercado de trabalho e concede bolsa de estudo a ser bancada pelos empresários parceiros.

O Lassu fica na Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, travessa 5, nº 97 (ao lado do Cedir) – Cidade Universitária – São Paulo. Visite o site lassu.usp.br, Facebook lassu.usp. Telefone 3091-1092, e-mails lassu@usp.br e carvalho@usp.br.

Artigo publicado originalmente no Portal do Governo do Estado de São Paulo.

Painéis do documentário Lixo Extraordinário expostos ao ar livre em Brasília – Agência Brasil

As obras do artista plástico brasileiro Vik Muniz, reconhecido por suas experimentações com novas mídias e materiais inusitados, estão expostas em Brasília. Promovida pelo Ministério do Meio Ambiente, a exposição fica ao ar livre ao lado do Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, até o dia 30 de junho.

Quem passar pelo local vai poder conferir painéis com sete cenas do filme Lixo Extraordinário, indicado na categoria de melhor documentário ao Oscar de 2011. As figuras gigantes retratadas por Vik são montadas com peças recolhidas do lixo e formam um grande quebra-cabeça que desperta a imaginação.

É uma arte contemporânea, que faz refletir sobre o consumo desregrado, em um país onde apenas 8% dos municípios, dos mais de 5 mil do país, têm coleta seletiva. “As pessoas jogam um papel no lixo e pensam que isso não tem valor, vai desaparecer. Na verdade, são bilhões e bilhões de reais jogado na lata de lixo todos os dias”, diz Vik Muniz.

O trabalho do artista viajou o mundo por meio do filme Lixo Extraordinário. O documentário retrata o trabalho de Muniz, o processo de fotografias das formas construídas e a relação do artista com os catadores do lixão do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Além dos painéis com cenas do filme, também está em Brasília a exposição Vik Muniz em 3D, até o dia 14 de agosto, no Espaço Cultural Contemporâneo (Ecco). São mais de 60 obras em duas séries de momentos distintos de sua carreira: o início, chamado de Relicário, e a fase atual, chamada de Verso. Quem comparecer à exposição também vai ter a oportunidade de assistir ao documentário Lixo Extraordinário.

Artigo publicado originalmente na Agência Brasil.

Voluntários ajudam na limpeza pública – Bom Dia Rio

Ação do movimento Limpa Brasil Let’s Do It no Rio de Janeiro, no 5 de junho, é destaque no jornal Bom Dia Rio. Assista aqui à íntegra da reportagem veiculada na sexta-feira, dia 3.

Rio no projeto Limpa Brasil – TV Brasil

Imagem de Amostra do You Tube

Movimento vai recolher lixo no Dia Mundial do Meio Ambiente – O Globo

O movimento Limpa Brasil – Let’s do it! pretende limpar a cidade como forma de comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, que acontece no próximo domingo.

De acordo com a organização do evento, 18 ecopontos funcionarão entre 9h e 17h de domingo recebendo lixo recolhido pela população. A expectativa é que 50 mil voluntários participem do multirão.

Confira no site do movimento (www.limpabrasil.com.br) o endereço de todos os ecopontos. Quem quiser também pode aproveitar para se inscrever como voluntário.

Artigo publicado originalmente no jornal O Globo.

Atenção, Rio, vamos todos participar – blog Ser Sustentável com Estilo

O Movimento “Limpa Brasil Let’s do It!” acontece pela primeira vez no país e merece todo nosso apoio. O movimento acontece no Rio de Janeiro e  pretende conscientizar a população em relação ao descarte de resíduos sólidos.

No dia 5 de junho (domingo), dia Mundial do Meio Ambiente, acontecerá o primeiro mutirão de limpeza na cidade, com a expectativa de participação de cerca de 50 mil voluntários. O movimento, que conta com o patrocínio do Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil, Braskem, Oi e Vale, ainda será realizado nos próximos meses em Brasília, Campinas, Guarulhos, Goiânia, São Paulo e Belo Horizonte.

A população tem um papel fundamental nesse processo.

Atenção Rio, vamos todos participar!

Debate Conferência Let’s Do It! – América Latina – Do lixo orgânico ao eletrônico

A gestão de resíduos sólidos é um dos grandes desafios de nossa sociedade. Cada vez mais valioso e tóxico, o lixo doméstico tem aumentado em volume e complexidade, dos restos orgânicos aos recicláveis mais clássicos (papéis, vidros, metais e plásticos). Ainda geramos lâmpadas, eletro-eletrônicos em geral, medicamentos, óleos e suas embalagens. O descarte incorreto não só acarreta forte impacto ambiental como também na saúde humana, principalmente daqueles que trabalham como catadores ou vivem dos lixões. Quando não reciclamos nossos resíduos, os recursos naturais ali presentes, já extraídos do meio ambiente, são excluídos da cadeia produtiva – um grande e perigoso desperdício.

A Conferência Let’s Do It!, realizada junto ao Coletivo do Lixo Eletrônico, pretende promover um debate, dentro do IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade http://comunicacaoesustentabilidade.com/ivforum/ entre especialistas de diversas áreas, sobre os impactos e o futuro da gestão de resíduos sólidos. Serão abordados os principais desafios e polêmicas na gestão de resíduos sólidos da região latinoamericana, bem como os conflitos específicos da área com o intuito de provocar a elaboração de soluções, tanto por parte dos debatedores como dos participantes on-line. Participe!

Vasco irá participar do movimento Limpa Brasil – Portal CR Vasco

O Vasco irá participar do evento Limpa Brasil Let´s do It no dia 5 de junho. A proposta do movimento é unir esforços dos diversos setores da sociedade a fim de reverter uma realidade enraizada de descarte ilegal de lixo e descaso com o ambiente. Ou seja, a cultura de jogar lixo fora do lixo.

A experiência é de grande sucesso no exterior e será a primeira vez no Brasil, com a cidade do Rio de Janeiro como escolhida. O Gigante da Colina será o primeiro clube do Brasil a participar de um projeto de meio ambiente tão grande como esse.

Artigo publicado originalmente no Portal CR Vasco.

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