O QUE É O LIMPA BRASIL!


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente!

A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. E incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar lixo fora do lixo.

participe!

Sacolinhas podem estar com os dias contados na Europa

Consulta pública lançada pelo braço executivo da União Europeia vai decidir como reduzir o consumo das sacolas plásticas

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), lançou no dia 18 de maio uma ampla campanha pública para que a população dos Estados associados decida, até o mês de agosto, qual será o método utilizado para reduzir o consumo de sacolas plásticas. Há duas opções: proibir sua utilização em lojas ou exigir uma taxa cada vez que seu uso se faça necessário.

Em média, cada europeu utiliza 500 sacolas plásticas de supermercado por ano. De acordo com a Comissão Europeia, foram produzidas 3,4 milhões de toneladas de sacolas plásticas em 2008, o que equivale ao peso de dois milhões de carros.

O destino das sacolinhas é quase sempre o mar. Aproximadamente 250 bilhões de pedaços de plástico, com o peso global de 500 toneladas, poluem o Mediterrâneo. Quem sofre com isso são os animais marinhos, que se sufocam ou ingerem plástico pensando que é comida, e os homens, que se alimentam de frutos do mar e vêem a biodiversidade marinha decair.

Boas perspectivas
Apesar dos números alarmantes, a Comissão Europeia vê uma atitude de mudança na sociedade e, além da campanha pública, incentivará projetos que desenvolvam plásticos e outros materiais biodegradáveis.

Fonte: Ecycle

Mitos e verdades da reciclagem – um guia para você tirar todas as suas dúvidas

Editora Globo

 Separar o lixo reciclável em casa é algo muito mais simples do que parece. Porém, pouca gente sabe disso. O resultado? Falta de engajamento. Para mostrar que a tarefa é simples (e traz resultados expressivos), elaboramos um guia prático, com perguntas e respostas. Dois especialistas nos ajudaram nessa tarefa: Eduardo Antonio Licco, professor do curso de Administração em Gestão para a Sustentabilidade, do Centro Universitário Senac, e André Vilhena, diretor executivo da ONG Cempre(Compromisso Empresarial para a Reciclagem), que difunde informações sobre reciclagem. Também vamos ajudar você a encontrar os locais próximos da sua casaque recebem o lixo reciclável. Sim, você não precisa enfrentar longas distâncias para ser ecologicamente correta. Agora não tem mais desculpa para não colaborar. Confira!

1) QUAL É A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM?

André Vilhena, do Cempre - A reciclagem traz benefícios econômicos, sociais e ambientais. Quanto ao meio ambiente, a reciclagem diminui a pressão sobre os aterros, o que é importante, porque muitos já chegaram ao limite. Reciclar também significa reduzir a utilização de recursos naturais pela indústria, poupando o meio ambiente, além de diminuir o custo da matéria-prima e o gasto energético no processo fabril. Além disso, a reciclagem gera renda para os catadores de materiais recicláveis, que têm garantia de trabalho remunerado.

2) É PRECISO SEPARAR, EM CASA, OS MATERIAIS DE ACORDO COM O TIPO DE CADA UM, OU SEJA, PLÁSTICO, PAPEL, ALUMÍNIO E VIDRO?

André Vilhena, do Cempre - Não. Basta separar o que é seco do que é úmido, como restos de comida. A triagem é feita depois, pelas cooperativas de catadores.

3) É PRECISO LAVAR TODAS AS EMBALAGENS ANTES DE ENCAMINHÁ-LAS PARA A RECICLAGEM? POSSO ENCAMINHAR UM GUARDANAPO SUJO, POR EXEMPLO? E UM COPINHO COM RESTOS DE CAFÉ? O PAPEL DE UMA BITUAC DE CIGARRO POR SER RECICLADO?

André Vilhena, do Cempre - Você não deve lavar as embalagens, porque essa atitude gera um outro problema ambiental, que é o desperdício de água. Use a água da lavagem da louça apenas para enxaguar os recipientes, quando for o caso.

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Um guardanapo sujo tem destinação mais adequada sendo descartado no lixo comum. Copinhos de café são recicláveis, mesmo sem lavagem. Não há praticidade nem economicidade na reciclagem de papel em bitucas de cigarro. O que manda é o bom senso.

4) O QUE PODE SER RECICLADO, AFINAL?

André Vilhena, do Cempre - Tudo pode ser reciclado, inclusive isopor, lâmpadas fluorescentes e pilhas. O isopor deve ser separado em casa, assim como o plástico e o papel, por exemplo. Quanto às pilhas, uma opção é levá-las aos postos do Papa-Pilhas, que existem em vários pontos das cidades. Se a pilha for alcalina, ela não terá metais pesados em sua constituição e poderá ser descartada no lixo seco, em casa, junto aos outros materiais recicláveis. Quanto às lâmpadas, é preciso ter cuidado na hora do descarte. Elas não podem ser quebradas, porque têm mercúrio na composição, uma substância poluente. Empresas do Brasil todo reciclam esse tipo de lâmpada.

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Teoricamente, tudo pode ser reciclado. Quem vai decidir se haverá ou não reciclagem é o mercado. Se não houver compensação econômica, material ou energética, a reciclagem não se justifica. Por exemplo, se há maior consumo de água, energia e de insumos para reciclar do que para descartar, não haverá razão para o reaproveitamento. Vale lembrar que a reciclagem de alguns materiais não é aceita. Um exemplo típico são os resíduos hospitalares, como agulhas, seringas e drenos.

5) Quais materiais acabam indo para o lixo comum porque não existe a noção de que eles podem ser reciclados?

André Vilhena, do Cempre: a matéria orgânica, os restos de comida e podas de jardinagem. Tudo isso poderia ser reaproveitado por meio da compostagem, que é a transformação da matéria orgânica em adubo e fertilizantes. Isso não ocorre porque falta empenho das prefeituras para coletar, além do baixo investimento em usinas de compostagem.

6) O QUE DEVO FAZER COM ELETRÔNICOS QUE NÃO USO MAIS, COMO UM CELULAR OU UM TOCADOR DE MP3?

Eduardo Antonio Licco, do Senac - A Política Nacional de Resíduos Sólidos especifica que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos são obrigados a implementar sistemas de logística reversa, ou seja, o retorno dos produtos às empresas após seu uso pelo consumidor. Por isso, procure o fabricante e veja qual é a orientação ao final da vida útil do aparelho. Também existem organizações que se dedicam a receber e a doar esses equipamentos quando eles estão em bom estado. Se eles não funcionarem mais, serão desmontados e reciclados.

7) PARA ONDE DEVEMOS ENCAMINHAR O MATERIAL QUE FOR SEPARADO EM CASA?

André Vilhena, do Cempre - Se sua cidade não tiver um programa de coleta seletiva estruturado pela prefeitura, você deve levar os materiais a um ponto de entrega voluntária ou encaminhar para uma cooperativa. No site do Cempre, há uma lista que pode ajudar você a encontrá-las.

8 ) COMO ORGANIZAR UM PROGRAMA DE COLETA SELETIVA EM CONDOMÍNIOS OU NO TRABALHO?

André Vilhena, do Cempre - É preciso mobilizar o maior número possível de moradores, demonstrando a importância da iniciativa e mostrando a eles como participar. Depois, é preciso definir os tipos de materiais recicláveis que serão coletados, tendo em vista a demanda de mercado existente nas proximidades, pois ela viabilizará um fluxo constante de saída de material, evitando o acúmulo.

9) QUAIS MATERIAIS TÊM MAIS VALOR PARA OS CATADORES?

Eduardo Antonio Licco, do Senac - Alumínio e cobre.

André Vilhena, do Cempre - Além do alumínio, as garrafas PET, papelão e embalagens longa-vida.

10) CONHEÇA A “Rota da Reciclagem”, UM MAPA QUE AJUDA A ENCONTRAR UM DESTINO PARA O LIXO DA SUA CASA

O site Rota da Reciclagem foi criado pela Tetra Pak, com a tecnologia do Google Maps, para facilitar a busca por cooperativas, pontos de entrega voluntária e empresas ligadas à cadeia da reciclagem. Basta digitar o endereço para saber quais são os locais mais próximos da sua casa. De acordo com a Tetra Pak, o buscador conta com mais de 3.400 pontos de coleta seletiva e reciclagem em todo o país.

Fonte: Marie Claire

Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

Destinos diferentes

Responda rápido: quantos computadores e impressoras você teve até hoje? E aparelhos de telefone celular?

Na Era Digital, com o rápido avanço da tecnologia e o crescente aumento do consumo, é raro encontrar alguém que não queira ter o último modelo de celular ou o computador mais moderno.

Porém, quando você decide trocar o seu aparelho eletrônico, vê apenas a possibilidade de se livrar de uma “sucata”, ou melhor, de um “lixo tecnológico”.

Afinal, aquele computador que você comprou na segunda metade da década passada, com um “moderno” leitor de CD/DVD, não passa de sucata perto dos atuais modelos “Tudo em Um”.

Nada contra você querer atualizar os seus equipamentos, muito pelo contrário.

Mas existem alguns dados importantes sobre o assunto: um deles é que equipamentos eletrônicos, como computadores, impressoras, carregadores de celular, pilhas e baterias que você descarta, têm, em sua composição, dezenas de substâncias que podem contaminar as outras pessoas, os animais e o meio ambiente, como metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio) e outros elementos tóxicos.

Por isso, o descarte deve ser feito de maneira adequada e nunca no lixo comum.

É provável também que você nunca tenha pensado que o seu lixo eletrônico pode se transformar em uma grande oportunidade de crescimento para outras pessoas, caso passe por uma reforma. E que talvez esta seja a única maneira que uma criança ou jovem de uma comunidade carente tenha para aprender a utilizar um computador.

Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

Monitores exigem cuidados específicos devido a presença de chumbo e fósforo. [Imagem: Marcos Santos/USP Imagens]

Do lixo eletrônico aos recursos

Mas o mais importante nesta história é que você não está sozinho: assim como você, milhões de pessoas em todo o mundo estão fazendo a mesma coisa: trocando suas “sucatas” eletrônicas por aparelhos mais modernos.

O resultado disso é assustador: a geração global de lixo eletrônico cresce cerca de 40 milhões de toneladas por ano, de acordo com o relatório Recycling – from e-waste to resources (Reciclando – do lixo eletrônico aos recursos) publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Segundo o documento, o Brasil descarta 96,8 mil toneladas de computadores por ano.

O relatório analisa a situação do lixo eletrônico na África do Sul, Quênia, Uganda, Marrocos, Senegal, Peru, Colômbia, México, Brasil, Índia e China.

Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

CEDIR: galpão de 400 metros quadrados na Cidade Universitária, em São Paulo. [Imagem: Marcos Santos/USP Imagens]

De acordo com o documento do PNUMA, os aparelhos eletrônicos possuem placas com circuitos eletrônicos que podem chegar a utilizar mais de 60 tipos de elementos químicos.

O crescimento do consumo no setor aumentou a utilização de recursos naturais para suprir esta necessidade e isto está levando a escassez destes recursos.

Por outro lado, o descarte inadequado de aparelhos obsoletos contamina o meio ambiente, pois estes elementos químicos ou são valiosos ou são tóxicos, ou ambos. As atividades de mineração consomem altas taxas de combustível, com alta geração de CO2, contribuindo negativamente para o efeito estufa.

Portanto, o mais sensato seria recuperar os metais utilizados nos aparelhos descartados do que produzir novos metais, ou seja, “minerar” o lixo eletrônico: uma tonelada de telefone celular sem bateria contém 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro, 140 gramas de paládio e 130 quilos de cobre. Segundo o relatório, em 2007, mais de 1 bilhão de celulares foram vendidos em todo o mundo, um aumento de 896 milhões em comparação a 2006.

Especialistas no setor apontam que em 1 tonelada de PCs existe mais ouro do que em 17 toneladas de minério bruto do metal. Por isso, é fundamental que a sociedade se mobilize para encontrar alternativas para lidar com essa realidade.

Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

Projetos sociais recebem computadores reciclados por meio de empréstimo. [Imagem: Marcos Santos/USP Imagens]

Alternativas viáveis

Um exemplo de trabalho na área está sendo realizado pelo Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (CEDIR) da Universidade de São Paulo (USP), um projeto pioneiro no setor público iniciado em dezembro de 2009 e que se tornou uma referência nacional no tratamento adequado de resíduos eletrônicos.

Em um galpão de cerca de 400 metros quadrados, localizado no campus da Cidade Universitária, em São Paulo, o CEDIR recebe CPUs, monitores, teclados, mouses, estabilizadores, no-breaks, impressoras, telefones, celulares, fios e cabos, CDs, DVDs e pequenos objetos como câmeras fotográficas, pilhas, baterias e cartuchos descartados pela comunidade. Mas nem pense em levar a sua geladeira velha: eles não recebem eletrodomésticos.

Os equipamentos que ainda têm condições de serem reaproveitados passam por uma reforma e são encaminhados para projetos sociais cadastrados sob a forma de empréstimo, ou seja, serão devolvidos ao CEDIR no fim de sua vida útil.

Os equipamentos que não podem ser reaproveitados são desmontados, e as peças ou são separadas e encaminhadas para recicladores, ou são utilizadas como reposição para outras máquinas.

Desde a sua inauguração, mais de 600 equipamentos, entre computadores e impressoras, já foram cedidos tanto para unidades da USP como também para entidades sociais cadastradas.

Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

Treinamento na USP: gerando renda para catadores e protegendo meio ambiente. [Imagem: Marcos Santos/USP Imagens]

Inclusão digital e geração de renda

Uma das entidades contempladas foi o Clube de Mães Novo Recreio, na periferia de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

Desde 2010, graças aos 20 computadores recebidos via empréstimo do CEDIR, crianças, jovens e adultos da comunidade passaram a ter aulas de informática, levando a inclusão digital a um lugar onde o asfalto ainda não chegou.

Outra vertente do trabalho é a capacitação de catadores de material reciclado. Em 2010, o CEDIR e o Instituto Gea Ética e Meio Ambiente foram contemplados por um projeto da Petrobras que está possibilitando o treinamento de catadores para a reciclagem correta de eletrônicos.

Especialistas da área contam que, para desmontar monitores e televisores de tubo, muitos catadores simplesmente dão marretadas no equipamento. O problema é que, fazendo isso, o chumbo e o fósforo que compõem esses equipamentos são liberados, contaminando o ambiente e as pessoas. O curso visa a capacitação de catadores para lidarem com lixo eletrônico sem prejudicar a si mesmos ou a natureza.

Fonte: Inovação Tecnológica

IV Fórum de Comunicação e Sustentabilidade terá debate sobre gestão de resíduos sólidos. Participe!

A gestão de resíduos sólidos é uma das questões ambientais mais atuais e complexas: poluição, contaminação do solo, recursos hídricos, animais, plantas, saúde humana; direitos dos catadores, modus operandi da indústria, falta de investimento para coleta de produtos tóxicos, responsabilidade  indefinida sobre os resíduos, iniciativas e setor de reciclagem desarticulados, comunidades humanas vivendo nos e dos lixões…

Desde os primórdios de sua primeira revolução, o mundo industrial preocupou-se somente com a primeira fase do ciclo de vida de seus produtos: obtenção de matéria-prima, produção e consumo. E o pós? O volume de lixo doméstico gerado só aumenta, assim como sua complexidade: além dos orgânicos, papéis e derivados de celulose, plásticos, metais e vidros, medicamentos, eletroeletrônicos, óleos, absorventes, embalagens compostas… E se os materiais são diferentes, os processos de coleta e reciclagem também o são.

Tendo em vista a urgência do tema, a campanha Limpa Brasil Let’s Do It! tem por objetivo mobilizar a sociedade brasileira na conscientização, viabilização de iniciativas e cobrança aos Poderes Públicos por soluções. Assim como foi realizado com sucesso na Estônia, e replicado mundo afora, este movimento chega ao Brasil com o intuito maior de limpar as cidades e mudar
a postura da população frente ao lixo que produzimos.

No Brasil, segundo último estudo do IBGE, aproximadamente 64% dos municípios depositam seus resíduos em lixões a céu aberto e sem nenhum tratamento, sendo que somente 14% possuem aterros sanitários. Coleta seletiva? Quase 8% dos municípios dizem ter. Segundo relatório da ONU sobre gestão de resíduos eletrônicos, o Brasil é o maior produtor per capita
entre os países emergentes e já foi apontado por estudo da Coalização do Vale do Silício para Tóxicos como destino certo de remessas ilegais do tóxico lixo tecnológico. Desafios semelhantes são enfrentados por toda a América Latina.

Depois de vergonhosas duas décadas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi finalmente sancionada e estabelece uma série de mecanismos reconhecidos internacionalmente como eficazes na gestão de resíduos sólidos como: metas graduais, estudos periódicos, modelo de responsabilidade compartilhada, linha de financiamento para a reciclagem e melhorias das condições de trabalho dos catadores. Entretanto, falta definir como e quando serão implementadas, estudadas e ajustadas essas ferramentas jurídicas.

O momento político é de busca por definições e propício para o debate de questões que afetam terrivelmente toda a sociedade. Enquanto isso, continuamos sem uma solução clara de como descartar adequadamente seu lixo. A definição de como lidaremos com os resíduos, se como problema ou oportunidade, definirá nosso futuro ambiental. Sem a população informada,
sistema de coleta, reciclagem e descarte adequados será um velho disfarçado de novo. De novo?

O debate urge e será aberto à participação no IV Fórum de Comunicação e Sustentabilidade. Qual gestão de resíduos sólidos teremos? Como serão definidos os deveres na “responsabilidade compartilhada”? Como será a integração com nossos vizinhos latino-americanos? Qual é o plano de resgate para as comunidades humanas que vivem nos lixões? E como as cooperativas de catadores serão integradas no sistema de coleta?

A sociedade civil tem de se fazer ouvida. Quer ajudar e não sabe como? Inscreva-se e participe do Limpa Brasil! Tem alguma proposta, solução, crítica, sugestão? Conhece iniciativas, apoia movimentos? Faça públicas suas dúvidas no Debate sobre Resíduos Sólidos no IV Fórum de Comunicação e Sustentabilidade. Pensar globalmente e agir localmente nunca esteve tão
acessível.

Texto gentilmente cedido por Felipe Andueza, analista ambiental do Coletivo Lixo Eletrônico

Prefeitura de Campinas adere oficialmente ao #LimpaBrasil

Parabéns à equipe do Limpa Brasil Let’s do it! e à prefeitura de Campinas, que se mostrou preocupada e consciente das necessidades de sua cidade e dos desejos da população. Vamos continuar lutando juntos para gerar a mudança que queremos!

| 0 comentários

O lixo, antes desvalorizado se transforme em recurso valioso nas mãos da Ong Doe Seu Lixo

Fundada em 03 de agosto de 2003, a Doe Seu Lixo é uma instituição atuante na área socioambiental e tem como objetivo melhorar a qualidade de vida, ao proporcionar a redução dos impactos ambientais e gerar emprego e renda a população carente através da coleta seletiva de resíduos sólidos, doados por empresas e residências. O lixo, antes desvalorizado e considerado apenas como entulho, através do nosso trabalho, se transformou em recurso valioso. Com a verba arrecadada através da venda dos resíduos recicláveis nós remuneramos os cooperados que trabalham na triagem (separação e classificação) dos mesmos.

| 1 comentários

Mutirão irá limpar grandes cidades brasileiras – Blog Solidário

Ver lixo acumulado nas ruas é, infelizmente, algo muito comum em cidades brasileiras. Os impactos ambientais causados pela poluição são sentidos por todos e a sujeira nos rios, o entupimento de esgotos e a proliferação de doenças são apenas alguns deles. Em março, chegará ao Brasil um movimento que, em tese, resolverá parte desses problemas. Chama-se Let’s Do It. O nome, pelo menos, é otimista. Segundo o site Planeta Sustentável, a ação foi criada em 2007 pelo estoniano Rainer Nolvak. A versão brasileira foi lançada em 2009 pela empresa de comunicação ambiental Atitude Brasil e foi traduzida livremente para Limpa Brasil. O objetivo do movimento é tirar todo o lixo despejado ilegalmente nas cidades e trazer informações sobre o descarte correto de resíduos.

| 3 comentários

Mutirão contra sujeira – Site Primeira Mão Notícias

A partir de março os moradores de São Paulo podem se voluntariar para varrer o lixo despejado ilegalmente nas ruas. O movimento Limpa Brasil Let’s do it! propõe que os habitantes arregacem as mangas e se unam para limpar sua cidade em 24 horas. Realizado com sucesso em outros países o movimento chega ao Brasil e desembarca na capital paulista como grande desafio para os cidadãos da metrópole.

| 0 comentários

Lixo físico, moral e espiritual

Chamamos de lixo aquilo que não nos serve mais, que perdeu sua função inicial e, por esse motivo, é descartado. Muitas vezes, mesmo com a quantidade de informação disponível a respeito dos riscos causados por esta atitude, descartamos resíduos de maneira inconsequente, sem pensar na possibilidade de reutilizá-los ou reciclá-los. O impacto ambiental seria reduzido drasticamente se o destino correto dos resíduos fosse uma preocupação de todos, impedindo a contaminação do solo e dos reservatórios de água pelo acúmulo inadequado e excessivo deles e diminuindo a extração de recursos naturais, a partir da transformação do lixo em matéria-prima.

| 0 comentários

“Sujeira não atrai ninguém” – Blog XComunicação

O lixo não é um desafio técnico a ser resolvido nas grandes cidades. É um problema de educação. Com isso em mente, uma parceria entre a empresa Atitude Brasil e a UNESCO trouxe pra cá o “Limpa Brasil – Let´s do It!”, uma iniciativa bem-sucedida que começou na Estônia e já se alastrou por toda a Europa. O movimento envolve diversos setores da sociedade e foca na limpeza dos grandes centros e na conscientização contínua das populações. As ações contam ainda com a mobilização pela internet e participação de muitos voluntários. E o Brasil é a bola da vez. Economia estável, sede futura de grandes eventos esportivos… Mas qual a impressão que desejamos passar aos turistas de todo o mundo? Ou mais: como a falta de cuidados com o descarte de resíduos impacta na nossa qualidade de vida e provoca até tragédias urbanas? Para entender esse preocupante quadro, o blog da XComunicação falou com Augusto Braz, integrante da equipe Limpa Brasil.

| 0 comentários
Vídeo

Creative Commons 2011 - CC-By-SA-NC 3.0 BR - Alguns direitos reservados Limpa Brasil