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	<title>Limpa Brasil</title>
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		<title>Lixo eletrônico vira terra-rara</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa feita no IPT abre caminho para o descarte de ímãs de computadores velhos e reaproveitamento de terras-raras, elementos químicos cujo monopólio mundial está nas mãos da China Uma pesquisa realizada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) sobre o reprocessamento de ímãs de neodímio-ferro-boro (NdFeB) abre caminho para o descarte sustentável dos ímãs contidos nos discos rígidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Pesquisa feita no IPT abre caminho para o descarte de ímãs de computadores velhos e reaproveitamento de terras-raras, elementos químicos cujo monopólio mundial está nas mãos da China</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) sobre o reprocessamento de ímãs de neodímio-ferro-boro (NdFeB) abre caminho para o <strong>descarte sustentável</strong> dos ímãs contidos nos discos rígidos de computadores fora de uso e para o desenvolvimento de tecnologias da cadeia produtiva de <strong>terras-raras</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Terras-raras compõem um grupo de 17 elementos químicos &#8211; entre os quais cério, praseodímio, térbio e neodímio &#8211; com aplicações diversas, como na produção de supercondutores, catalisadores e componentes para <strong>carros híbridos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Realizada com bolsa da FAPESP durante o projeto, a pesquisa de Elio Alberto Périgo empregou uma série de ímãs sinterizados disponíveis comercialmente no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, a categoria de ímãs é a mais adequada para aplicações que demandem propriedades mais restritivas, como o uso em produtos tecnológicos de alto desempenho, e de maior valor agregado em relação aos ímãs aglomerados, que combinam material particulado e resina e têm propriedades magnéticas menores.</p>
<p style="text-align: justify;">Périgo buscou comprovar a possibilidade de reprocessar o neodímio-ferro-boro e alcançar propriedades superiores às das ferrites, usadas atualmente para a produção dos tipos mais simples de ímãs.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É o material de menor custo disponível no mercado, mas suas propriedades são relativamente baixas. A aplicação ocorre quando as propriedades magnéticas não são restritivas, como pequenos <strong>motores elétricos</strong> e alto-falantes&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para avançar na tentativa de <strong>reciclar compostos</strong> sinterizados de NdFeB para fabricar novos ímãs e manter as características originais, o pesquisador realizou o estudo por meio do processo HDDR. A técnica combina as etapas de hidrogenação, desproporção (transformação da fase magneticamente dura em outras fases), dessorção (retirada de hidrogênio da estrutura cristalina do composto previamente hidrogenado) e recombinação (obtenção da fase magneticamente dura com tamanho de grão inferior ao inicial) em ligas à base de neodímio-ferro-boro.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa indicou a possibilidade do emprego do material reprocessado em aplicações nas quais é preciso elevada resistência à desmagnetização. E resultou no depósito de uma patente, tendo como titulares Périgo, o IPT, a FAPESP e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), no qual o pesquisador realizou seu doutorado, também com Bolsa da FAPESP.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o IPT, embora o material empregado nos ensaios fosse proveniente de ímãs comerciais, o estudo mostrou a viabilidade de extrapolar os dados obtidos para o reaproveitamento dos ímãs contidos em discos rígidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Périgo, os compostos de neodímio-ferro-boro encontrados nos dois produtos têm vários pontos em comum, como não poderem ser expostos ao ar para evitar a oxidação e a perda de propriedades ou pequenas variações de composição, que implicariam poucas alterações nas condições de temperatura e pressão para o processamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o pesquisador, o aproveitamento dos materiais magnéticos é uma alternativa para fomentar o mercado nacional de reciclagem do <strong>lixo eletrônico</strong>. Em cada disco rígido, são encontrados cerca de 30 gramas de material magnético, o que configura uma grande oportunidade para a <strong>destinação sustentável</strong> de computadores antigos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando o consumidor troca o computador, ele descarta o equipamento porque busca uma maior capacidade de processamento, por exemplo, e não porque o ímã parou de funcionar&#8221;, explicou. &#8220;O material magnético continua operante e nas mesmas condições da época em que o computador foi comprado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A fabricação de ímãs permanentes de alto desempenho é possível somente com o emprego das terras-raras, o grupo no qual está presente o neodímio. O mercado é atualmente dominado pela China, mas as recentes reduções nas quantidades de materiais que o país pode exportar aumentaram as dúvidas pela continuidade do abastecimento e impulsionaram projetos de desenvolvimento de empreendimentos de mineração em todo o mundo, principalmente no Canadá e na Austrália.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Recentemente, o preço desses elementos subiu de forma abrupta, e no Brasil quem utiliza ímãs em compressores, motores e a indústria eletroeletrônica precisam importar esses materiais, já que não existem substitutos nacionais&#8221;, disse Périgo.</p>
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		<title>Câmara analisa redução no IR de quem reciclar</title>
		<link>http://www.limpabrasil.com/site/camara-analisa-reducao-no-ir-de-quem-reciclar/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto de lei prevê redução no Imposto de Renda das pessoas que entregarem seus resíduos recicláveis nos postos de coleta adequados Intenção de oferecer o benefício financeiro, em troca do cuidado com o lixo reciclável é uma ação que visa a conscientização O projeto de lei 2551/11 prevê redução no Imposto de Renda das pessoas que entregarem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Projeto de lei prevê redução no Imposto de Renda das pessoas que entregarem seus resíduos recicláveis nos postos de coleta adequados</h4>
<p><img class="alignleft" title="Voluntários Reciclando Lixo" src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/48363/size_590_Reciclando.jpg?1326800559" alt="Voluntários Reciclando Lixo" /></p>
<p style="text-align: justify;">Intenção de oferecer o benefício financeiro, em troca do cuidado com o lixo reciclável é uma ação que visa a conscientização</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei 2551/11 prevê redução no<a href="http://exame.abril.com.br/topicos/imposto-de-renda" target="_blank"><strong> Imposto de Renda</strong></a> das pessoas que entregarem seus resíduos recicláveis nos postos de coleta adequados. A proposta, feita pelo deputado Jhonatan de Jesus, está em análise na câmara e tem como objetivo auxiliar o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a ideia seja aceita e entre em vigor, os beneficiados poderão conseguir descontos de até 10% do valor total devido ao governo. Além disso, a proposta é de que o Poder Executivo faça todas as adequações necessárias em até 90 dias após a legislação começar a valer.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o deputado, a intenção de oferecer o benefício financeiro, em troca do cuidado com o lixo reciclável é uma ação que visa a conscientização. “Incentivar as pessoas físicas a cooperar para a solução do problema revela-se uma medida razoável e sensata, além de coerente e compatível com a grandiosidade do desafio enfrentado por toda a sociedade”, declarou Jhonatan de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">A Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, determina que as empresas fabricantes e os comerciantes de itens como pilhas, baterias, pneus, agrotóxicos, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos, tenham que criar medidas que possibilitem a logística reversa, para que os resíduos sejam descartados adequadamente e passem pelo tratamento que reduz os impactos ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que os maiores responsáveis pela efetivação da legislação sejam as empresas, a população também terá papel essencial para que ela seja aplicada com sucesso no Brasil. Até porque, conforme aumenta o consumo, aumenta-se também a quantidade de resíduos produzidos. Por isso, é muito importante promover a conscientização dos cidadãos.</p>
<p>FONTE: <a title="Exame" href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/camara-analisa-reducao-no-ir-de-quem-reciclar" target="_blank">EXAME</a></p>
</div>
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		<title>Londres lança latas de lixo tecnológicas</title>
		<link>http://www.limpabrasil.com/site/londres-lanca-latas-de-lixo-tecnologicas/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[eletronico]]></category>
		<category><![CDATA[lata de lixo]]></category>
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		<description><![CDATA[Londres inovou e lançou latas de lixo tecnológicas com telas LCD Por Guilherme Abati A capital inglesa inovou e lançou latas de lixo tecnológicas para o produtos recicláveis com telas LCD. Além disso, as latas serão a prova de bomba, segundo o Ubergizmo, e deverão estar espalhadas por Londres até o início das Olimpíadas, em junho. Vinte e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Londres inovou e lançou latas de lixo tecnológicas com telas LCD</em></p>
<p><strong>Por Guilherme Abati</strong></p>
<p>A capital inglesa inovou e lançou latas de lixo tecnológicas para o produtos recicláveis com telas LCD.</p>
<p>Além disso, as latas serão a prova de bomba, segundo o <a href="http://www.ubergizmo.com/2012/01/recycling-bins-in-london-with-lcd-displays/">Ubergizmo</a>, e deverão estar espalhadas por Londres até o início das Olimpíadas, em junho. Vinte e cinco delas serão instaladas antes dos Jogos serem iniciados. As latas de lixo, que terão conectividade Wi-Fi, tem o objetivo de dar acesso à Internet para toda a população inglesa durante os jogos</p>
<p><img src="http://dvice.com/assets_c/2012/01/london-smart-recycle-bin-thumb-550xauto-82408.jpg" alt="" /><br />
Lata de lixo inglesa. Teremos algo assim no Brasil? (Dvice)</p>
<p>Segundo o <a href="http://dvice.com/archives/2012/01/lcd-equipped-sm.php">Dvice</a>, a ideia foi bem recebida por empresários e prefeituras de outras grandes cidades do mundo. Segundo o site, latas de lixo com essas características serão instaladas em Nova York e Tóquio. Além de acesso à Internet e às maravilhas tecnológicas, a lata de lixo tecnológica pode atrais as pessoas a jogar o lixo em seu devido lugar.</p>
<p>FONTE: <a title="Geek" href="http://henrique.geek.com.br/posts/18843-londres-lanca-latas-de-lixo-tecnologicas" target="_blank">GEEK</a></p>
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		<title>Reciclagem de embalagens pode render US$ 100 mi às siderúrgicas</title>
		<link>http://www.limpabrasil.com/site/reciclagem-de-embalagens-pode-render-us-100-mi-as-siderurgicas/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compensação da biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo a reciclagem tem sido menos um rótulo de comportamento politicamente correto para se tornar, cada vez mais, um sinônimo de economia de altas cifras para empresas. Depois do sucesso da reutilização de latas de alumínio no Brasil &#8211; índice que atualmente gira em torno de 97% &#8211; agora é a vez das embalagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo a reciclagem tem sido menos um rótulo de comportamento politicamente correto para se tornar, cada vez mais, um sinônimo de <a href="http://www.dci.com.br/Reciclagem-de-embalagens-pode-render-US$-100-mi-as-siderurgicas-3-408526.html#" rel="nofollow">economia</a> de altas cifras para empresas. Depois do sucesso da reutilização de latas de alumínio no Brasil &#8211; índice que atualmente gira em torno de 97% &#8211; agora é a vez das embalagens de aço. Em cinco anos, a indústria siderúrgica poderá deixar de comprar o equivalente a quase US$ 100 milhões em minério de ferro, por ano, utilizando aço reciclado.</p>
<p>&#8220;A reciclagem de embalagens de aço é infinita, e esse produto pode voltar tanto para a cadeia automotiva quanto para a<a href="http://www.dci.com.br/Reciclagem-de-embalagens-pode-render-US$-100-mi-as-siderurgicas-3-408526.html#" rel="nofollow">construção civil</a> ou para o próprio segmento&#8221;, afirma a gerente-executiva da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), Thaís Fagury. A ideia do projeto começou com uma viagem para a Europa em que a engenheira de alimentos visitou países como Bélgica e Suíça, onde o índice de reciclagem de embalagens de aço ultrapassa 97%. &#8220;Percebemos essa necessidade no Brasil e por isso iniciamos, há cerca de três anos, estudos para implantar essa prática por aqui&#8221;, explica.</p>
<p>O próximo passo, segundo Fagury, foi adequar a nova entidade, a Prolata, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A união de 15 grandes <a href="http://www.dci.com.br/Reciclagem-de-embalagens-pode-render-US$-100-mi-as-siderurgicas-3-408526.html#" rel="nofollow">empresas</a> do setor resultou no aporte inicial de R$ 1 milhão para criar um centro modelo de reciclagem, em São Paulo.</p>
<p>&#8220;Em 2011, o setor produziu 600 mil toneladas de embalagens de aço, das quais 280 mil toneladas foram recicladas e totalmente absorvidas pela siderurgia&#8221;, destaca Fagury. Em cinco anos, a expectativa da Prolata é reutilizar até 70% da produção nacional. A <a href="http://www.dci.com.br/Reciclagem-de-embalagens-pode-render-US$-100-mi-as-siderurgicas-3-408526.html#" rel="nofollow">gerente</a>-executiva da Abeaço explica que, a cada tonelada de aço reciclada, a siderurgia deixa de comprar 1,5 tonelada de minério de ferro. &#8220;Esse processo é rentável para as siderúrgicas e ambientalmente correto&#8221;, ressalta Fagury.</p>
<p>Economia é a palavra-chave. Se a previsão da Prolata se confirmasse hoje, a siderurgia nacional deixaria de comprar 630 mil toneladas de minério de ferro, o equivalente a quase US$ 100 milhões. Mas a tarefa não será fácil. &#8220;Grande parte dos investimentos será direcionada à conscientização ambiental&#8221;, diz Fagury.</p>
<p>Segundo a executiva da Abeaço, o ciclo de reciclagem começa com os sucateiros, que vendem o material a cooperativas que, posteriormente, repassam a sucata para centros de coleta. &#8220;A ideia da Prolata é que cooperativas negociem diretamente com as siderúrgicas para maior geração de renda&#8221;, diz. Ela explica que a grande dificuldade do catador é para quem vender o material coletado. &#8220;Estamos trabalhando para que o sucateiro possa ser mais bem remunerado na cadeia&#8221;, diz a engenheira de alimentos.</p>
<p>Modelo de sucesso</p>
<p>O Brasil já é campeão na reciclagem de outro metal importante, o alumínio. Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), em 2010 foram recicladas 97,6% das latas de alumínio para bebidas produzidas no País. Boa parte dessa quantidade vem da fabricante de laminados Novelis.</p>
<p>&#8220;Possuímos seis centros de coleta de latas de alumínio espalhados pelo País&#8221;, afirmou ao DCI o diretor de Reciclagem da Novelis, Carlos Roberto de Morais. Segundo o executivo, em 2011 a empresa reciclou 50% de sua fabricação de laminados, tipo de alumínio que atende ao nicho de latas de bebida.</p>
<p>Em 2012, esse índice deve subir para 60%. &#8220;O mercado tem crescido a cada ano e estamos nos preparando para atender essa demanda também com a reciclagem. Hoje, metade das latas para bebidas comercializadas no País vem da Novelis&#8221;, diz.</p>
<p>O processamento de reciclados da Novelis acontece na unidade de Pindamonhangaba (SP), que no ano passado recebeu um aporte de US$ 32 milhões da matriz norte-americana. &#8220;Utilizaremos essa cifra para a expansão da linha de reciclagem, que para a empresa é fundamental&#8221;, diz Morais. Ele destaca que o alumínio remunera a cadeia toda, por isso essa prática já é comum, no Brasil. &#8220;Qualquer pessoa pode receber essa fatia do bolo&#8221;, afirma o executivo da Novelis.</p>
<p>Para que o setor de embalagens de aço tenha o mesmo êxito que o de latas de alumínio, o diretor da Novelis destaca duas práticas fundamentais. &#8220;Conscientização acerca da reciclagem e remunerar toda a cadeia. O sucesso todo está no modelo de negócio&#8221;, diz. Morais destaca ainda que, em breve, a matéria-prima ficará escassa. &#8220;Por isso a reciclagem é importante, pois o alumínio é infinitamente reciclável&#8221;, ressalta.</p>
<p>Morais afirma que a ampliação da capacidade do setor de reciclagem de Pindamonhangaba deve saltar de 150 mil para 200 mil toneladas por ano.</p>
<p>A companhia tem ainda como meta aumentar para 80% a quantidade de metal reciclado em suas operações de laminação até 2020.</p>
<p>FONTE: <a title="dci" href="http://www.dci.com.br/Reciclagem-de-embalagens-pode-render-US$-100-mi-as-siderurgicas-3-408526.html" target="_blank">DCI</a></p>
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		<title>O manual da reciclagem</title>
		<link>http://www.limpabrasil.com/site/o-manual-da-reciclagem/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compensação da biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[bateria]]></category>
		<category><![CDATA[lâmpada]]></category>
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		<category><![CDATA[óleo de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos]]></category>
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		<description><![CDATA[Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo VALE A PENA FAZER Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável. Lavar as embalagens para retirar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo</h4>
<p><strong>VALE A PENA FAZER</strong><br />
Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.</p>
<p>Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.</p>
<p><strong>NÃO VALE A PENA FAZER<br />
</strong>Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem- estando o lixo organizado ou não.</p>
<p>Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida. São medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.</p>
<p><strong>O LIXO ESPECIAL</strong></p>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div><img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/manual_reciclagem_meio01_140x106.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /></div>
</div>
</td>
<td><strong>Lâmpadas<br />
</strong>O que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente &#8211; elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div><img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/manual_reciclagem_meio02_140x106.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /></div>
</div>
</td>
<td><strong>Baterias<br />
</strong>O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares &#8211; as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div><span>DOMINGUES</span><img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/manualreciclagem03.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /></div>
</div>
</td>
<td><strong>Cacos de vidros planos e de espelhos<br />
</strong>O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias &#8211; e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>AS CIDADES QUE MAIS RECICLAM</strong><br />
Os cinco municípios brasileiros onde a prefeitura faz chegar o serviço de coleta seletiva a 100% das residências, segundo um novo levantamento por amostragem no país:</p>
<p>1. Curitiba (Paraná)<br />
A cidade é uma das campeãs em reciclagem: a fórmula que deu certo lá inclui o uso de caminhões que recolhem apenas o lixo seco- sem nenhum resto orgânico. O resultado é que o lixo fica mais limpo e acaba vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. Isso ajuda a tornar o sistema de coleta seletiva em Curitiba mais barato (e viável) que o da maioria das cidades brasileiras</p>
<p>2. Itabira (Minas Gerais)</p>
<p>3. Londrina (Paraná)</p>
<p>4. Santo André (São Paulo)</p>
<p>5. Santos (São Paulo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div><span>PEDRO RUBENS</span><img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/manualreciclagem04.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /></div>
</div>
<p><strong>OS ESTRAGOS DO ÓLEO DE COZINHA</strong><br />
O óleo de cozinha é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número:</p>
<p><strong>1</strong> <strong>LITRO </strong>de óleo de cozinha polui <strong>1 MILHÃO DE LITROS</strong> de água.</p>
<p>Como reciclar: colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem (ver no site <a href="http://www.cempre.org.br/"><strong>www.cempre.org.br</strong></a>).</p>
<p>Destinos do óleo usado: fábricas de sabão e produção de biodiesel.</p>
<p>FONTE: <a title="Planeta Sustentável" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/conteudo_250715.shtml" target="_blank">PLANETA SUSTENTÁVEL</a></p>
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		<title>Tietê: lixo retirado equivale a 20 piscinões</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em todo ano passado foram removidos 3,3 milhões de m3 de sedimentos do rio e seus aluentes. Rio Pinheiros também foi beneficiado O Governo do Estado fez a lição de casa e removeu ano passado 3,3 milhões de m3 de sedimentos do rio Tietê, com 61 máquinas. O volume representa 60% da capacidade dos 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Em todo ano passado foram removidos 3,3 milhões de m3 de sedimentos do rio e seus aluentes. Rio Pinheiros também foi beneficiado</h4>
<p>O Governo do Estado fez a lição de casa e removeu ano passado 3,3 milhões de m3 de sedimentos do rio Tietê, com 61 máquinas. O volume representa 60% da capacidade dos 30 piscinões do Estado. De acordo com o próprio governo do Estado, é como se, em menos de um ano, tivessem sido acrescentados 20 novos piscinões ao sistema estadual de combate às enchentes.</p>
<p>O número será divulgado hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em visita às obras de desassoreamento do rio Pinheiros. De lá, já foram removidos ano passado 450 mil m3 de lixo.<br />
Segundo o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), responsável pelo trabalho na calha do Tietê, a limpeza aumenta a capacidade de vazão das águas da chuva. A calha foi projetada para aguentar 120 mm de chuva por dia. Este ano, a cidade registrou 239 mm de água, metade do índice de janeiro de 2011.</p>
<p>A colaboração de São Pedro, somado à limpeza, ajudou a evitar que a marginal Tietê alagasse, como ocorreu no verão passado.</p>
<p>O desassoreamento do rio Tietê é feito em três frentes. No total, 66 km de rios e córregos são limpos. O trecho mais extenso tem 25 km e vai da rodovia Ayrton Senna à foz do córrego Três Pontes, na divisa da capital com Itaquaquecetuba.</p>
<p>O material recolhido é transportado por barco ou caminhões para a lagoa de Carapicuíba. Lá, passa por uma triagem para que seja definida, em seguida, sua destinação final.</p>
<p>FONTE: <a title="Metro SP" href="http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000482666" target="_blank">BAND | DO METRO SP</a></p>
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		<title>Quase 5 toneladas de celulares irão para o lixo neste ano, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da Fundação Santo André revela que 4.770 toneladas de celulares, incluindo baterias e carregadores, serão descartadas nos aterros sanitários do País neste ano. Em 2013, o montante chegará a 7.500 toneladas. Os números foram obtidos com base em levantamento de vendas em 2010 e projeções de empresas especializadas sobre a vida útil dos aparelhos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Fundação Santo André revela que 4.770 toneladas de <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5934637/quase-5-toneladas-de-celulares-irao-para-o-lixo-neste-ano-diz-pesquisa.aspx#" rel="nofollow">celulares</a>, incluindo baterias e carregadores, serão descartadas nos aterros sanitários do País neste ano. Em 2013, o montante chegará a 7.500 toneladas. Os números foram obtidos com base em levantamento de vendas em 2010 e projeções de empresas especializadas sobre a vida útil dos aparelhos. O problema é que a maioria vai para o lixo comum e pode causar contaminações.</p>
<p>De acordo com a engenheira ambiental Nathália de Carvalho Aiolfi, que realizou o estudo, em 2010 foram vendidos 48 milhões de aparelhos, com peso médio de 100 gramas no País. &#8220;A vida útil é de dois a três anos e hoje existe muita dificuldade no descarte deste material. Grande parte vai para o lixo comum&#8221;, afirma. No Estado de São Paulo são registrados 136 celulares a cada 100 habitantes. Em outubro de 2011 foram vendidos 57 mil aparelhos, aumento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2010.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, apesar do crescimento da venda de celulares no Brasil, e do rápido descarte de aparelhos, não há soluções adequadas para o descarte. &#8220;Há um projeto de lei que obriga a padronização de carregadores por parte dos fabricantes. Isso permitiria o reaproveitamento da peça.&#8221;</p>
<p>No ano passado foi estabelecida pela Comunidade Europeia norma que padroniza os carregadores de celulares a partir deste ano. &#8220;Essa foi uma importante medida que em breve poderá ser copiada pelo Brasil. Porém, um dos principais problemas é o descarte da bateria no lixo comum. Elas contêm metais pesados como lídio e cádmio e, quando vazam, poluem os lençóis freáticos&#8221;, destaca o professor Enio Borba Carli, coordenador da pesquisa.</p>
<p>O estudo conclui que não existem políticas públicas nem <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5934637/quase-5-toneladas-de-celulares-irao-para-o-lixo-neste-ano-diz-pesquisa.aspx#" rel="nofollow">empresas</a> especializadas na reciclagem de celulares que permitam garantir a ausência de impacto ambiental gerados pelos componentes tóxicos presentes na bateria e em outras peças dos celulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>LEGISLAÇÃO</h3>
<p>Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela lei número 12.305 de 2 agosto de 2010 e que entrou em vigor no ano passado, os fabricantes, importadores, distribuidores e <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5934637/quase-5-toneladas-de-celulares-irao-para-o-lixo-neste-ano-diz-pesquisa.aspx#" rel="nofollow">comerciantes</a> são responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos. A legislação também cria obrigações para os órgãos públicos de limpeza urbana e para os consumidores. Todos estão sujeitos a multas pelo não cumprimento da norma. As infrações variam de R$ 500 a R$ 10 milhões.</p>
<p>A nova lei obriga as indústrias e toda sua cadeia de fornecimento a <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5934637/quase-5-toneladas-de-celulares-irao-para-o-lixo-neste-ano-diz-pesquisa.aspx#" rel="nofollow">gerenciar</a> esses materiais, adotando medidas para a destinação correta e implementação de coletas seletivas.</p>
<p>Os consumidores também são obrigados a cumprir a legislação, devolvendo seu lixo eletrônico para a indústria.</p>
<h4> Cooperativas passam por treinamento</h4>
<p>Em junho deste ano, as cooperativas Vila Popular, Cooperlimpa, Cooperpires, Coopercata, Associação Refazendo e Chico Mendes, todas da região, passaram a recolher celulares para enviá-los para reciclagem. A decisão foi tomada depois que seus integrantes participaram do curso do Projeto Eco-Eletro, que ensina o manuseio correto dos resíduos eletrônicos e o benefício financeiro da sua comercialização.</p>
<p>O projeto, realizado pelo Instituto GEA &#8211; Ética e Meio Ambiente, tem por objetivo ensinar aos trabalhadores como manipular com segurança e fazer a triagem dos detritos eletrônicos, a fim de gerar maior renda para as cooperativas de catadores. &#8220;Durante o curso aprendemos a fazer a triagem desses produtos e aproveitar cada peça que pode ser reciclada&#8221;, afirma a presidente da Associação Refazendo, Francisca Maria Lima Araújo, de São Bernardo.</p>
<p>No entanto, o número de aparelhos recolhidos é pequeno. De acordo com Francisca, por mês a cooperativa recolhe apenas, em média, quatro quilos de componentes de celulares. &#8220;Acredito que a maioria das pessoas descarta o material no lixo comum mesmo, o que não é correto.&#8221;</p>
<p>Na Cooperlimpa, localizada em Diadema, o recolhimento de celulares também é muito tímido. &#8220;É tão pouco que nem contabilizamos quantas peças chegam até nós. Vendemos cada aparelho por cerca de R$ 1 para empresas especializadas na reciclagem desse tipo de material&#8221;, diz o presidente da cooperativa, José Lacerda Borges.</p>
<p>FONTE: <a title="DGABC" href="http://www.dgabc.com.br/News/5934637/quase-5-toneladas-de-celulares-irao-para-o-lixo-neste-ano-diz-pesquisa.aspx" target="_blank">DIÁRIO DO GRANDE ABC</a></p>
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		<title>O destino das 180 mil toneladas de lixo que produzimos todos os dias</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para onde vai o lixo depois que é descartado? Como destinar resíduos para reciclagem, e o que pode ser reciclado? ÉPOCA preparou um especial para mostrar o que acontece com o lixo que você produz em casa &#160; O brasileiro produz, em média, um pouco mais de um quilo de lixo por dia. Um quilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Para onde vai o lixo depois que é descartado? Como destinar resíduos para reciclagem, e o que pode ser reciclado? ÉPOCA preparou um especial para mostrar o que acontece com o lixo que você produz em casa</h4>
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<p><img title="O caminho do lixo (Foto: Reprodução/ÉPOCA)" src="http://e.glbimg.com/og/ed/f/original/2012/01/02/lixo-caminhao_1.jpg" alt="O caminho do lixo (Foto: Reprodução/ÉPOCA)" width="620" height="290" /></p>
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<div id="materia-letra">
<div id="materia-parsed-corpo">
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<p>&nbsp;</p>
<p>O brasileiro produz, em média, um pouco mais de um quilo de lixo por dia. Um quilo de resíduos indesejados, que simplesmente &#8220;jogamos fora&#8221;, mas que somados, chegam a incrível cifra de 180 mil toneladas de resíduos descartados todos os dias. Mas o que é jogar fora? Para onde vai esse lixo, e qual as consequências de destinar esses resíduos de maneira inadequada?</p>
<p>ÉPOCA preparou um especial on-line  para responder essas perguntas. A ideia é mostrar  como descartar, reutilizar e reciclar e o que fazer com os rejeitos – a parte do lixo que não tem como ser reciclada.</p>
<p>Em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/comece-reciclagem-dentro-de-casa.html">Comece a reciclagem dentro de casa</a>&#8220;, mostramos como descartar o lixo, separando o que deve ser reciclado do lixo que será destinado aos aterros. Duas reportagens mostram o que são os aterros: em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/como-funciona-um-aterro-sanitario.html">Como funciona um aterro sanitário</a>&#8220;, fomos até o Tecipar, aterro que atende as cidades de Santana de Parnaíba, Barueri, Carapicuíba e Araçariguama, na Grande São Paulo. Em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/o-lixo-que-vira-energia-e-credito-de-carbono.html">O lixo que vira energia e crédito de carbono</a>&#8220;, mostramos o caso do aterro Bandeirantes, desativado em 2007 e que usa as 40 milhões de toneladas de lixo enterradas no local para gerar energia.</p>
<p>Mas antes de o lixo chegar aos aterros, há um longo caminho. Relatamos a rotina dos coletores e a dificuldade em fazer uma coleta diária de mais de 10 mil toneladas de lixo na maior cidade do país em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/quem-recolhe-o-seu-lixo.html">Quem recolhe o seu lixo</a>&#8220;, e o caminho alternativo, em &#8220;<a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1738386-7823-COMO+SEU+LIXO+E+RECICLADO,00.html">Como o seu lixo é reciclado</a>&#8220;. Além disso, mostramos que lixo eletrônico tem solução em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/seus-eletroeletronicos-tambem-podem-ser-reciclados.html">Seus eletroeletrônicos também podem ser reciclados</a>&#8220;.</p>
<p>Você também pode ver os &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/os-numeros-da-reciclagem-no-brasil.html">Números da reciclagem no Brasil</a>&#8221; e uma entrevista explicando as mudanças na política brasileira em relação ao lixo, em &#8220;<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/o-que-e-o-plano-nacional-de-residuos-solidos.html">O que é o Plano Nacional de Resíduos Sólidos</a>&#8220;.</p>
<p>Participe deste especial contando, no espaço para comentários abaixo, iniciativas interessantes sobre o descarte do lixo e deixe suas dúvidas sobre o assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE: <a title="Época" href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/o-caminho-do-lixo.html" target="_blank">ÉPOCA</a></p>
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		<title>WWF-Brasil e Movimento dos Catadores lançam jogo sobre reciclagem</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[CATADORES]]></category>
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		<description><![CDATA[“Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organização e para ampliar o conhecimento e a informação da sociedade sobre o trabalho feito por eles A presidente Dilma Rousseff receberá o primeiro exemplar do jogo São Paulo &#8211; A ONG ambientalista WWF-Brasil e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) lançaram jogo educativo nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>“Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organização e para ampliar o conhecimento e a informação da sociedade sobre o trabalho feito por eles</h4>
<p><img title="Jogo sobre reciclagem" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/46766/size_590_jogo-reciclagem.jpg?1324561515" alt="Jogo sobre reciclagem" /></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff receberá o primeiro exemplar do jogo</p>
<div>
<p>São Paulo &#8211; A <strong><a href="http://exame.com/topicos/ongs">ONG </a></strong>ambientalista WWF-Brasil e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) lançaram jogo educativo nesta quinta-feira durante a celebração do Natal dos Catadores, em São Paulo, capital.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff, que participa do ato, receberá o primeiro exemplar do jogo, que também será distribuído entre os participantes. Além do lançamento do jogo, WWF-Brasil e MNCR ainda assinam acordo de cooperação para o desenvolvimento de ações para o fortalecimento do trabalho e da organização dos catadores em todo o País.</p>
<p>O jogo “Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organização e para ampliar o conhecimento e a informação da sociedade sobre o trabalho feito por eles.</p>
<p>Será distribuído às organizações dos catadores e utilizado, também, nas cidades que recebem as ações do programa Água Brasil – iniciativa do Banco do Brasil, desenvolvida em parceria com WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas.</p>
<p>A secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, participa do evento e assina o termo de cooperação com o MNCR. “O correto manejo dos resíduos sólidos e a participação dos catadores neste processo são questões muito importantes para o WWF-Brasil.</p>
<p>Os resíduos podem ser problema ou solução, dependendo do que fazemos com eles. No WWF-Brasil trabalhamos para encontrar soluções de sustentabilidade nas cidades e de inclusão social dos catadores”, diz a ambientalista.</p>
<p>Fonte: <a title="Exame" href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/wwf-brasil-e-movimento-dos-catadores-lancam-jogo-sobre-reciclagem" target="_blank">Exame</a></p>
</div>
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		<title>Sacolinhas podem estar com os dias contados na Europa</title>
		<link>http://www.limpabrasil.com/site/sacolinhas-podem-estar-com-os-dias-contados-na-europa/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>limpabrasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consulta pública lançada pelo braço executivo da União Europeia vai decidir como reduzir o consumo das sacolas plásticas A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), lançou no dia 18 de maio uma ampla campanha pública para que a população dos Estados associados decida, até o mês de agosto, qual será o método utilizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ecycle.com.br/cache/images/materias/Nomundo/2011-05/334-sacola334.jpg" alt="" width="334" height="204" border="0" /></p>
<h4>Consulta pública lançada pelo braço executivo da União Europeia vai decidir como reduzir o consumo das sacolas plásticas</h4>
<p>A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), lançou no dia 18 de maio uma ampla campanha pública para que a população dos Estados associados decida, até o mês de agosto, qual será o método utilizado para reduzir o consumo de sacolas plásticas. Há duas opções: proibir sua utilização em lojas ou exigir uma taxa cada vez que seu uso se faça necessário.</p>
<p>Em média, cada europeu utiliza 500 sacolas plásticas de supermercado por ano. De acordo com a Comissão Europeia, foram produzidas 3,4 milhões de toneladas de sacolas plásticas em 2008, o que equivale ao peso de dois milhões de carros.</p>
<p>O destino das sacolinhas é quase sempre o mar. Aproximadamente 250 bilhões de pedaços de plástico, com o peso global de 500 toneladas, poluem o Mediterrâneo. Quem sofre com isso são os animais marinhos, que se sufocam ou ingerem plástico pensando que é comida, e os homens, que se alimentam de frutos do mar e vêem a biodiversidade marinha decair.</p>
<p><strong>Boas perspectivas</strong><br />
Apesar dos números alarmantes, a Comissão Europeia vê uma atitude de mudança na sociedade e, além da campanha pública, incentivará projetos que desenvolvam plásticos e outros materiais biodegradáveis.</p>
<h3>Fonte: <a title="Ecycle" href="http://www.ecycle.com.br/component/content/article/38-no-mundo/424-sacolinhas-podem-estar-com-os-dias-contados-na-europa.html" target="_blank">Ecycle</a></h3>
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