O QUE É O LIMPA BRASIL!


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente!

A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. E incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar lixo fora do lixo.

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Moradores reclamam de problemas na coleta de lixo em favelas de SP

Temporada de chuvas agrava riscos à saúde e de deslizamentos.
Prefeitura de Diadema contratou coletores comunitários como solução.

A falta de coleta de lixo nas favelas é um problema que atinge não várias regiões de São Paulo. A Prefeitura paulistana alega que o caminhão não consegue entrar nos becos e vielas e, por isso,  caçambas são colocadas em pontos onde o caminhão passa. Os moradores, entretanto, reclamam que isso não é suficiente. O lixo se acumula, gerando mais uma preocupação com a proximidade da temporada de chuvas.

Na Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, um dos problemas é a destinação do lixo. Foram colocadas caçambas em ruas próximas da comunidade, locais em que o caminhão pode passar e recolher o lixo. “Resolve em parte, uma vez que o lixo não tem contato direto com o solo. Quando chove, se o lixo tem contato com o solo, vai escorrer pela rua e fazer entupimento nas galerias de esgoto”, afirma o comerciante Pedro Versone.

“Faltam caçambas não só lá para cima, mas no final da rua, em toda a dimensão da rua. É necessário colocar mais caçambas para que cada morador coloque seu lixo próximo da sua casa”, completa Versone.

Pelas ruas, vielas e becos da parte alta da favela, não há sequer um depósito. É a justificativa que os moradores têm para jogar lixo e entulho nas áreas abandonadas. “Nós temos que descer com o lixo nas mãos, descer as escadas, ir até a avenida, porque só lá que realmente o caminhão passa para colher todo o lixo”, diz a auxiliar administrativa Iralva Gomes Rodrigues.

Na esquina da Avenida General Penha Brasil com a Praça da Paz, um dos lugares mais movimentados da Vila Brasilândia, o lixo deixa a situação difícil. “O destino do lixo, com certeza, é o bueiro, o córrego. Nós temos aqui o Córrego Cabuçu. Vai tudo para o córrego e depois vai encher a casa das pessoas. As pessoas vão sofrer com as enchentes”, diz Henrique Deloste, presidente da associação dos moradores da Brasilândia.

Zona Leste
A falta de coleta de lixo não é exclusividade de uma ou outra região da capital. Os moradores do Jardim Elba, na região de Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, sofrem com o mesmo problema: o lixo abandonado nos becos.

“Eles não põem caçamba aqui dentro. As famílias têm que pegar o lixo e jogar lá na rua, que têm uma caçamba na avenida, na entrada do beco. Se houvesse coletores da própria comunidade, isso não estaria acontecendo, porque as famílias iam se conscientizar de que o lixo tem que ir para a caçamba”, diz a educadora social Elisabete Silvério.

Boa parte da favela fica no alto do morro e muita gente não desce para depositar o lixo na avenida por onde passa o caminhão de coleta três vezes por semana. Os moradores preferem colocar no alto, formando uma montanha de detritos.

Segundo a supervisora de fiscalização do Limpurb, Helena Terzella, a Prefeitura de São Paulo pretende ampliar o serviço de coleta em favelas. “Em 105 comunidades carentes nós já temos esse serviço e funciona muito bem. Os coletores são da própria comunidade. Vamos ampliar no ano que vem e até lá vamos orientar a população. Vamos colocar mais contêineres também.”

Solução
A cidade de Diadema, no ABC, encontrou uma solução para esse problema. Contratou coletores comunitários. São os próprios moradores que ajudam a recolher o lixo nas casas e levar até a rua por onde passa o caminhão da Prefeitura.

A coleta de lixo mudou a vida dos moradores do núcleo habitacional Caviúna. O serviço veio com a criação do grupo de coleta, há três anos. Os próprios moradores da comunidade trabalham para recolher o lixo de ruas e vielas.

Na comunidade, moram 1.150 famílias. No núcleo, há 49 vielas, nas quais não é possível um caminhão entrar para pegar o lixo. Todos os dias, os oito coletores entram pelas vielas, vão passando de porta em porta, sobem as escadas e trazem todas as sacolas de lixo para o final da viela.

Com o serviço, a população corre menos risco de pegar doenças como a dengue e a leptospirose, e uma parte significativa do lixo pode ser reciclada. No começo, alguns moradores até resistiram à idéia, mas hoje todos percebem a importância do trabalho dos coletores comunitários.

Fonte: G1

Padilha diz que País não vai permitir entrada de lixo

“Não vamos permitir que qualquer país venha a mandar lixo hospitalar para o Brasil”, afirmou hoje o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Foi a primeira declaração pública do ministro sobre a apreensão, nas últimas semanas, de contêineres em Pernambuco com toneladas de lençóis e outros tecidos usados provenientes de hospitais dos Estados Unidos. Segundo ele, a prática é ilegal e os responsáveis serão “severamente punidos.

O ministro avaliou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teve “papel correto”, detectando o problema e acionando a Polícia Federal (PF), que investiga o caso. Padilha disse que a vigilância nos portos foi reforçada e que a Anvisa está esclarecendo “muito bem” quais são as regras que caracterizam lixo hospitalar, orientando as vigilâncias estaduais.

O ministro ressalvou que é importante “não misturar o que ocorreu, esse lixo hospitalar ter vindo de fora para o Brasil, com outras situações que não são lixo hospitalar”. “Hospitais às vezes doam os seus lençóis limpos que não são lixo hospitalar para instituições, ou mesmo vendem”, disse.

Padilha participou, no Rio, do encerramento da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Após três dias de reuniões e palestras, com a participação de representantes de 120 países, chegou-se a um documento batizado de Declaração do Rio. Representantes de organizações não-governamentais do setor criticaram o resultado, considerado tímido. David Sanders, de uma entidade da África do Sul, reclamou, dizendo que a declaração não abordava a questão do mercado. Foi um dos mais aplaudidos.

“Construir um consenso com mais de 120 países é um grande esforço”, disse o ministro. “A Declaração foi um passo importante, que dá algumas mensagens para o mundo. Primeiro, reafirma que saúde se faz com políticas sociais e econômicas que reduzem a desigualdade. Segundo, quando afirma que o acesso a medicamentos tem que ser uma prioridade e o interesse da saúde pública deve estar acima de qualquer interesse econômico. Terceiro, quando diz que se enfrenta a crise econômica ampliando políticas sociais “, acrescentou Padilha.

O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, reafirmou a defesa brasileira da flexibilização de patentes de medicamentos. O ex-ministro José Gomes Temporão, coordenador-executivo Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS), braço da Unasul, destacou o fato de os países reunidos concordarem com a visão de que “saúde não é medicina, não é hospital”, “é política e socialmente determinada”. “As ONGs têm uma visão crítica, muitas acharam que a carta teria que ser mais radical. Ótimo. Há que se entender as limitações de uma carta com que todos os países concordem. O Brasil defendeu posições mais avançadas, não foi possível. Por outro lado, é muito importante que ONGs tenham colocado com clareza aqui que existem outras visões”, disse.

Fonte: Diário do Grande ABC

Absorvente e fralda usados viram telhas e tubos de plástico

Fraldas e absorventes não são o tipo lixo que aparece nas lixeiras coloridas de coleta seletiva, mas a empresa britânica Knowaste trabalha exatamente com a reciclagem desses resíduos. Os produtos infantis, geriátricos e de higiene feminina têm os plásticos e fibras de alta qualidade que os compõem esterilizados, recuperados e usados na fabricação de materiais de construção.

A Inglaterra, segundo o CEO da empresa, Roy Brown, gera mais de um milhão de toneladas de lixo de fraldas e absorventes por ano. Fraldas de bebês, de acordo com o site da companhia da Inglaterra, levam cerca de 500 anos para se decompor, e são 8 milhões de itens sendo jogados fora por dia no Reino Unido – 2,4 mil por bebê por ano -, segundo pesquisas de outras organizações citadas pela Knowaste. Só em maternidades, as fraldas somam de 7 a 10 toneladas por ano a cada 100 leitos, o que equivale a até 15% do total de resíduos gerado pela unidade.

Os itens usados por adultos em instituições de saúde somam outras 13 a 20 toneladas a cada 100 leitos, e o volume não inclui os produtos geriátricos usados em lares de idosos, onde 50% dos internos têm problemas de incontigência. E fora fraldas, itens de higiene pessoal feminina como absorventes chegam a 200 toneladas por ano de lixo.

Para dar destinação a essa quantidade de resíduos, o processo da Knowaste começa com a coleta dos materias descartados, que são enviados até a planta de reciclagem – o custo da operação é cobrado junto com a taxa de recolhimento de lixo normal. Na usina, o conteúdo é esterilizado a partir de um processo de autoclave, e na sequência os componentes do bolo são separados.

O plástico extraído é transformado em pequenas pelotas, e então vendido às indústrias que vão transformá-lo em materiais de construção, como madeira de plástico, telhas ou tubos de conexão, por exemplo. Tubos também podem usas as fibras esterelizidas que resultam da reciclagem, usadas, ainda, na produção de papéis.

De acordo com a Knowaste, o processo de reciclagem evita a emissão de 626 quilos de CO2 a cada tonelada de resíduo processado, na comparação com o descarte em lixões ou a incineração.

A primeira planta da empresa foi aberta no início de setembro, em West Bromwich, na Inglaterra, e faz parte de um projeto de 25 milhões de libras que inclui a instalação de outras quatro unidades no país europeu nos próximos quatro anos. A capacidade do conjunto, segundo a companhia, será de reciclar um quinto do lixo de fraldas e absorventes do Reino Unido, evitando a emissão de 110 mil toneladas de gases por ano.

Conheça as etapas do processo de reciclagem das fraldas e dos absorventes na aba desta matéria ou aqui, se estiver acessando a partir de um dispositivo móvel.

Fonte: Terra

Poluição: Limpa Brasil (ou “cuidar do bem comum”)

A sujeira e a poluição nas grandes cidades são alarmantes. Além de gerar desconforto para a população, causam problemas de saúde e psicológicos. O acúmulo inadequado de resíduos sólidos é responsável pela transmissão de 13 doenças. A incidência da dengue, por exemplo, é 40% maior em locais onde há descarte irregular de resíduos sólidos urbanos em grande quantidade. O estresse também é um quadro que é agravado pelos maus odores do ambiente urbano, pelo lixo espalhado nas calçadas e pela poluição do ar

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Descarte certo com atitude e consciência, podemos combater o excesso de lixo tóxico que vem provocando danos à saúde do planeta

Sabe aquela geladeira antiga que você não usa mais? Ou mesmo os aparelhos eletrônicos deixados de lado? Ah, sem contar as pilhas e baterias aposentadas e os remédios vencidos? Se não bastasse a dúvida sobre o que fazer com essas coisas todas, ainda temos de tratá-las com cuidados especiais. “Por conterem substâncias tóxicas, quando descartados de forma incorreta no meio ambiente, esses e outros itens, como óleo de cozinha e lâmpadas, contaminam o solo e a água”

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